A criação do Conselho do Idoso, destinado a orientar as políticas públicas, assim como fiscalizar as entidades prestadoras de serviços à essa faixa da população, foi o principal objetivo da reunião realizada no dia 12/3, na sede do Centro de Convivência Lar Bom Pastor, e que contou com a presença do prefeito Luis Carlos Ypê, da primeira-dama Maria Luiza, e da vice-prefeita Gilda Molica, que foram levar suas palavras de incentivo, e apoio aos idosos e suas entidades representativas.
Dessa reunião inicial participaram cerca de 120 pessoas, das quais cerca de 20 eram das entidades convocadas, e as demais, pessoas da comunidade, principalmente os próprios idosos. Na oportunidade foi formada uma comissão, constituída por onze membros, sendo parte deles do poder público – representando as várias secretarias, como Saúde, Educação e Assistência Social – e os demais das entidades da sociedade civil organizada.
Essa comissão está encarregada da organização do Fórum do Idoso, previsto para maio próximo, e também de realizar reuniões de planejamento, onde serão estudadas as sugestões apresentadas pelos idosos no primeiro encontro, e elaborado um calendário de atividades, com passeios, oficinas e serviços a serem oferecidos.
Como uma dessas atividades, ainda sem data marcada, está sendo programado um passeio ao Parque Nacional do Itatiaia, no qual a primeira dama Maria Luiza se prontificou a receber e acompanhar o grupo. A sugestão partiu do próprio prefeito Luis Carlos Ypê, diante dos comentários de muitos idosos de que, embora morem no município, nunca tiveram oportunidade de conhecer o Parque.
O Fórum do Idoso, além de reuniões, debates e intercâmbios, terá o objetivo de indicar os integrantes do Conselho do Idoso, cuja composição contará com metade dos membros do poder público e os demais, da sociedade organizada. As entidades do município, que participaram dessa primeira reunião e poderão se habilitar a integrar o conselho são a Pastoral da Saúde, o Grupo da Melhor Idade, a Casa de Ismael e o Centro de Convivência Lar Bom Pastor. Também participaram representantes do Movimento pela Ética na Política e a Associação Mulher e Cidadania. As outras entidades que poderão fazer parte do conselho são as Voluntárias de Itatiaia e a São Vicente de Paula.
Segundo a assessora da Secretaria Municipal de Trabalho, Habitação e Assistência Social, Kátia Quirino, o Conselho do Idoso foi criado por lei municipal no ano 2000, e teve uma primeira tentativa de implantação em 2005, mas só agora poderá ter condições de funcionamento, após a nomeação dos seus membros, e da definição e aprovação do estatuto. Ela esclareceu que o conselho não tem caráter executivo, nem recursos financeiros próprios, sendo que as verbas federais e estaduais para os projetos dos idosos são aquelas destinadas por programas específicos a esse atendimento, vinculadas às secretarias de Saúde, Educação e Assistência Social.
Atualmente, segundo a assessora, os idosos já contam com alguns atendimentos no município, através do Centro de Convivência Lar Bom Pastor, que vêm oferecendo consultas médicas geriátricas e cardiológicas, além de ginástica e aulas de artesanato. As atividades e atendimentos deverão ser ampliados, tanto em qualidade quanto em quantidade, assim como o Conselho do Idoso deverá ser implantado, ainda no primeiro semestre desse ano.
12 de março de 2009
10 de março de 2009
ITATIAIA – Lei Maria da Penha é tema de palestra na programação do Mês da Mulher


A garantia dos direitos da mulher e a Lei Maria da Penha serão o tema da palestra do advogado Valdo Gomes, programada para a próxima sexta-feira, dia 13 de março, dentro das comemorações do Mês da Mulher, organizado pela Prefeitura Municipal de Itatiaia, em parceria com a Câmara Municipal. O evento será realizado às 15 horas, e dele fará parte também o lançamento da Coordenadoria Municipal da Mulher, voltada para estudar e oferecer sugestões para as políticas públicas sobre o assunto, à atual administração.
A palestra, aberta ao público, será realizada no plenário do Câmara. Nesse mesmo dia o prefeito Luis Carlos Ypê, a vice-prefeita Gilda Molica, e outros secretários municipais estarão, à partir das 10 horas da manhã, na Rua Prefeito Assumpção, distribuindo rosas e folhetos, e cumprimentando pessoalmente a população feminina do município.
A programação do Mês da Mulher foi iniciada no dia 2 de março, com a inauguração do novo espaço da Cooperativa de Costura Itatiaia Livre – Cooperital – na Graal Itatiaia, e teve no dia 5 a participação no evento da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro – Alerj – “Homens Unidos pelo Fim da Violência Contra as Mulheres”.
No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, as homenagens foram feitas pelas escolas do município, que promoveram eventos para as comunidades dos bairros por elas atendidas, com palestras, brincadeiras e sorteios. No Colégio Municipal Dom Otorino Zanon, em Penedo, a diretora Ladmar Aparecida Torres da Costa organizou também oficinas de artesanato (fotos) ensinando a confecção de cartões e móbiles para mães, alunas e outras mulheres da comunidade.
A programação do dia 10 de março ficou por conta da Câmara Municipal, que organizou uma Sessão Especial, com palestra da vice-prefeita Gilda Molica e homenagens dos vereadores às mulheres que se destacaram em diversas áreas, além de sorteio de brindes.
A programação do Mês marca também o lançamento de uma campanha municipal de combate à violência contra a mulher, envolvendo o trabalho das diversas secretarias, como Educação, Saúde e Assistência Social, numa série de eventos e iniciativas, como a possível criação de um Conselho da Mulher no município.
Célia Borges
EXPOSIÇÕES – Luiza Ramagem na Câmara Cultural




A artista plástica Luiza Ramagem é a convidada do projeto Câmara Cultural na programação de março, destinada a comemorar o Mês da Mulher, onde apresenta uma retrospectiva de sua obra, sob o título “Sensibilidade Feminina”. A abertura da exposição foi no dia 6, com um coquetel para convidados, contou com a presença do vice-presidente da mesa diretora, Carlos Santa Rita, representando o presidente Luis Fernando Pedra, do vereador Kiko Besouchet, do diretor do projeto José Leon, e da assessora Kátia Quirino.
A mostra reúne 14 quadros, resultado de uma produção de mais de 20 anos de trabalho, exibindo justamente as suas colagens, técnica com a qual alcançou sucesso e ficou conhecida na região. No conjunto está incluído inclusive um dos trabalhos que faz parte do acervo do MAM-Resende, entre outras obras premiadas em diversos Salões da Primavera dos quais participou.
Luiza Ramagem é carioca, mas viveu em Resende por 25 anos, e atualmente está radicada em Visconde de Mauá, onde também está expondo no momento: a mostra “Interdimensões” está sendo apresentada no Centro Cultural Visconde de Mauá, onde deverá permanecer até o dia 18 de abril, com os trabalhos mais recentes da artista, usando a técnica do óleo sobre tela.
A exposição “Sensibilidade Feminina”, do projeto Câmara Cultural, poderá ser vista até o dia 31 de março. O endereço é o do anexo da Câmara Municipal de Resende, na av. Marechal Castelo Branco, 104/ 20 andar, e o horário de visitação vai das 13 às 17 horas.
Célia Borges
9 de março de 2009
ALDEIA GLOBAL – Abuso sexual é doença social
O assunto é tão antigo quanto desagradável. E tão doloroso quando, possivelmente, além de qualquer esperança de solução. Mas é impossível calar quando, na véspera de um Dia Internacional da Mulher, vemos nas manchetes dos jornais a história aterradora de uma menina de nove anos de idade, com 33 quilos e 1,36 m de altura, grávida de gêmeos, e por isso levada à fazer um aborto. E por isso levada ao centro de tantas discussões de caracteres legais, sociais, filosóficos e existenciais. Das quais, aliás, ela não tem a menor consciência.
Somos seres “humanos”, mas dotados ainda de uma enorme carga de impulsos animais, e o que nos difere do restante da fauna é, não o tamanho do cérebro, mas a nossa capacidade de viver de acordo com regras sociais. Regras sociais essas que convencionamos chamar de civilização, e que são transmitidas – e não inatas – através das condições especiais que o nosso cérebro permite, como a cadeia de informações adquiridas através das artes, do folclore, das ciências, da filosofia, e da educação.
Isolado dessa “civilização”, não é difícil imaginar que um ser “humano” volte aos seus impulsos mais primitivos, em busca de sobrevivência, como qualquer outro ser da natureza. Mas “civilização” não é um conjunto de regras pronto e acabado, ele muda em cada sociedade, e existem até aquelas em que o incesto é permitido. Incesto permitido que é, aliás sujeito às suas próprias regras, e muito diverso de abuso sexual.
Os impulsos primitivos podem nos levar a atitudes anti-sociais, como à violência em seus múltiplos aspectos, mas não me lembro de nenhum tipo de violência mais vil e covarde do que aquele cometido por um adulto contra uma criança, e pior ainda se tratando da violência sexual, em que o agressor, através da ameaça, acredita poder garantir indefinidamente a sua impunidade. Comportamento que, aliás, não é de se encontrar em outras espécies do reino animal.
Vivemos sob séculos de influência da igreja católica, e de outras religiões e igrejas; somos herdeiros das milenares filosofia e da arte gregas, egípcias, romanas, em mais de dois séculos e meio de história conhecida. E nos últimos 60 anos alcançamos desenvolvimentos científico e tecnológico dignos das super-civilizações da ficção futurista. Então, se pressupomos que vivemos num mundo civilizado, esse tipo de violência simplesmente não poderia existir. Ou se existisse, no máximo seria a exceção tão inerente à regra, e não tomaria essa forma epidêmica, que é o que vemos acontecer diante dos nossos olhares atônitos. Uma maldade diante da qual nos sentimos tão impotentes...
O que pode levar um ser humano a agir assim, pior do que um irracional? Com certeza lhe falta educação, ou posicionamento social, ou expectativas econômicas, ou auto-estima. Ou tudo isso junto. Ou lhe faltou amor na infância. Ou foi vítima de abuso também, e agora trata de passar adiante o seu estigma psico-social. Não importa a origem do problema do ponto de vista individual, já que os motivos podem ser os mais variados. Se fosse só pobreza financeira, os ricos e poderosos não cometeriam os crimes de estupro e pedofilia. Mas o caso é que cometem, e com muito maior chance de impunidade. E infelizmente não é também só o caso de pobreza de espírito, embora essa seja tão comum entre nós, independente do grupo econômico-social.
A covardia é o denominador comum nesses casos de estupro, incesto e pedofilia, já que é importante não nos esquecermos que os meninos também são vítimas. O agressor não tem escrúpulos em usar o seu poder, seja pela força física, pela coação psicológica, ou até mesmo pela pressão econômica, para submeter outro ser humano aos seus intentos. Não é o sexo que dá prazer, é a violência. E uma violência que parece ser fruto de uma imaturidade irrecorrível, já que o cidadão não tem competência para relacionamentos satisfatórios com pessoas da sua idade, ou não tem auto-confiança suficiente para encarar o desafio de ter sexo como adulto.
Mas o principal foco dessa terrível situação deve se voltar para as vítimas indefesas dessa violência, geralmente tão desassistidas por aqueles que deveriam ser os responsáveis por defende-las, e condenadas a traumas psicológicos que vão acompanha-las por toda a vida, tornando-as culpadas diante da violência que sofreram, complexadas e inadaptadas para uma vida normal, e possivelmente sujeitas a cometerem ou serem complacentes com o mesmo comportamento, indefinidamente.
Se considerarmos os índices de gravidez em adolescentes, a quantidade de crianças desamparadas que são colocadas no mundo sem condições mínimas de sobrevivência, de subsistência, geradas sem amor e criadas sem afeto, de mães prematuras sem as condições de amadurecimento necessárias para a formação de uma família, então temos que ter consciência de que estamos diante de um problema de saúde pública, resultado de uma doença social sem qualquer esperança de controle.
Do meu modesto ponto de vista, como mulher e cidadã, só a educação pode reverter esse quadro trágico. Só através da educação, da cultura, do incentivo à auto-estima e do acesso à cidadania, o ser humano pode encontrar seu caminho para ser civilizado, para respeitar o outro, para impor limites aos seus impulsos primitivos. Só compreendendo que o mundo não é apenas o seu próprio quintal, e que a vida lhe oferece infinitas possibilidades de crescimento, evolução e amadurecimento, homens e mulheres poderão aprender as regras tão básicas do comportamento humano, que projetam sobre suas crianças o amor pela espécie e a esperança no futuro.
Educar é preciso. Amar é preciso. E antes de desabarmos no desânimo, talvez seja o caso de, como formiguinhas, cada um ir fazendo a sua parte. Se cada um de nós ficar atento, e evitar pelo menos um caso de violência, seja pelo exemplo ou pelo incansável discurso contra ela, já vai ter valido à pena.
Célia Borges
Somos seres “humanos”, mas dotados ainda de uma enorme carga de impulsos animais, e o que nos difere do restante da fauna é, não o tamanho do cérebro, mas a nossa capacidade de viver de acordo com regras sociais. Regras sociais essas que convencionamos chamar de civilização, e que são transmitidas – e não inatas – através das condições especiais que o nosso cérebro permite, como a cadeia de informações adquiridas através das artes, do folclore, das ciências, da filosofia, e da educação.
Isolado dessa “civilização”, não é difícil imaginar que um ser “humano” volte aos seus impulsos mais primitivos, em busca de sobrevivência, como qualquer outro ser da natureza. Mas “civilização” não é um conjunto de regras pronto e acabado, ele muda em cada sociedade, e existem até aquelas em que o incesto é permitido. Incesto permitido que é, aliás sujeito às suas próprias regras, e muito diverso de abuso sexual.
Os impulsos primitivos podem nos levar a atitudes anti-sociais, como à violência em seus múltiplos aspectos, mas não me lembro de nenhum tipo de violência mais vil e covarde do que aquele cometido por um adulto contra uma criança, e pior ainda se tratando da violência sexual, em que o agressor, através da ameaça, acredita poder garantir indefinidamente a sua impunidade. Comportamento que, aliás, não é de se encontrar em outras espécies do reino animal.
Vivemos sob séculos de influência da igreja católica, e de outras religiões e igrejas; somos herdeiros das milenares filosofia e da arte gregas, egípcias, romanas, em mais de dois séculos e meio de história conhecida. E nos últimos 60 anos alcançamos desenvolvimentos científico e tecnológico dignos das super-civilizações da ficção futurista. Então, se pressupomos que vivemos num mundo civilizado, esse tipo de violência simplesmente não poderia existir. Ou se existisse, no máximo seria a exceção tão inerente à regra, e não tomaria essa forma epidêmica, que é o que vemos acontecer diante dos nossos olhares atônitos. Uma maldade diante da qual nos sentimos tão impotentes...
O que pode levar um ser humano a agir assim, pior do que um irracional? Com certeza lhe falta educação, ou posicionamento social, ou expectativas econômicas, ou auto-estima. Ou tudo isso junto. Ou lhe faltou amor na infância. Ou foi vítima de abuso também, e agora trata de passar adiante o seu estigma psico-social. Não importa a origem do problema do ponto de vista individual, já que os motivos podem ser os mais variados. Se fosse só pobreza financeira, os ricos e poderosos não cometeriam os crimes de estupro e pedofilia. Mas o caso é que cometem, e com muito maior chance de impunidade. E infelizmente não é também só o caso de pobreza de espírito, embora essa seja tão comum entre nós, independente do grupo econômico-social.
A covardia é o denominador comum nesses casos de estupro, incesto e pedofilia, já que é importante não nos esquecermos que os meninos também são vítimas. O agressor não tem escrúpulos em usar o seu poder, seja pela força física, pela coação psicológica, ou até mesmo pela pressão econômica, para submeter outro ser humano aos seus intentos. Não é o sexo que dá prazer, é a violência. E uma violência que parece ser fruto de uma imaturidade irrecorrível, já que o cidadão não tem competência para relacionamentos satisfatórios com pessoas da sua idade, ou não tem auto-confiança suficiente para encarar o desafio de ter sexo como adulto.
Mas o principal foco dessa terrível situação deve se voltar para as vítimas indefesas dessa violência, geralmente tão desassistidas por aqueles que deveriam ser os responsáveis por defende-las, e condenadas a traumas psicológicos que vão acompanha-las por toda a vida, tornando-as culpadas diante da violência que sofreram, complexadas e inadaptadas para uma vida normal, e possivelmente sujeitas a cometerem ou serem complacentes com o mesmo comportamento, indefinidamente.
Se considerarmos os índices de gravidez em adolescentes, a quantidade de crianças desamparadas que são colocadas no mundo sem condições mínimas de sobrevivência, de subsistência, geradas sem amor e criadas sem afeto, de mães prematuras sem as condições de amadurecimento necessárias para a formação de uma família, então temos que ter consciência de que estamos diante de um problema de saúde pública, resultado de uma doença social sem qualquer esperança de controle.
Do meu modesto ponto de vista, como mulher e cidadã, só a educação pode reverter esse quadro trágico. Só através da educação, da cultura, do incentivo à auto-estima e do acesso à cidadania, o ser humano pode encontrar seu caminho para ser civilizado, para respeitar o outro, para impor limites aos seus impulsos primitivos. Só compreendendo que o mundo não é apenas o seu próprio quintal, e que a vida lhe oferece infinitas possibilidades de crescimento, evolução e amadurecimento, homens e mulheres poderão aprender as regras tão básicas do comportamento humano, que projetam sobre suas crianças o amor pela espécie e a esperança no futuro.
Educar é preciso. Amar é preciso. E antes de desabarmos no desânimo, talvez seja o caso de, como formiguinhas, cada um ir fazendo a sua parte. Se cada um de nós ficar atento, e evitar pelo menos um caso de violência, seja pelo exemplo ou pelo incansável discurso contra ela, já vai ter valido à pena.
Célia Borges
5 de março de 2009
PAISAGISMO E JARDINAGEM – Enfim, uma pista do Timburibá
O Timburibá, árvore típica da região do vale do Rio Paraíba do Sul, e símbolo do município de Resende, dada como em extinção e alvo da minha mais entusiasmada pesquisa, pode ter esperanças de sobrevivência, se depender de mim e de um outro dedicado leitor, Antonio de Santana. Ele acaba de responder àquela minha postagem de meses atrás, sobre o assunto, informando que é possível conseguir mudas, por apenas R$ 5,00, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Ainda não fui conferir. De tão animada, decidi partilhar com vocês a dica do Antonio de Santana, segundo quem, “sob inúmeros nomes populares lá está ele com o nome de orelha de negro...” e que pode ser localizada através do responsável pelo horto, Raul de Figueiredo Filho. O endereço é Rua Pacheco Leão, 2040, com atendimento de segunda à sexta-feira, das 9 às 11 horas, e das 14 às 16 horas, sendo acessível também pelo telefax (21) 3875-6211.
Além da dica, o Antonio de Santana manda uma mensagem: “Fica o meu pedido aos resendenses e não resendenses, os que gostam da terra, se forem ao Rio, e tiverem tempo, passem lá e tragam uma muda”. E ainda lança um desafio, que eu endosso plenamente: gostaria de ver pelo menos 100 mudas de Timburibá plantados na cidade nesse ano. Eu também, Antonio! Cem, duzentas, ou mais...
Como ainda não verifiquei, torço para que o Antonio tenha acertado “na mosca”, e nós tenhamos mesmo o autêntico Timburibá de volta. Vai fazer a alegria de muita gente, como do nosso mestre e “enciclopédia ambulante” Claudionor Rosa, e da amiga Kátia Quirino, que foi quem me lançou no desafio dessa pesquisa. Amanhã mesmo estarei procurando o Raul de Figueiredo Filho, e espero que em breve possamos confirmar essa tão empolgante notícia.
Na sua mensagem, o Antonio me cumprimenta pelo trabalho. Mas eu é que agradeço, Antonio!!! A você e a todos os leitores do meu blog, que têm sido tão maravilhosos companheiros, com suas informações, opiniões, sugestões e consultas, e com isso incentivando a continuidade das minhas pesquisas. É sempre uma alegria encontrar novos parceiros com quem possamos compartilhar essa paixão pelas plantas, flores, natureza, e essa vocação para acreditar que, fazendo a nossa parte, estaremos contribuindo para a saúde do planeta e para um mundo melhor.
Célia Borges
Ainda não fui conferir. De tão animada, decidi partilhar com vocês a dica do Antonio de Santana, segundo quem, “sob inúmeros nomes populares lá está ele com o nome de orelha de negro...” e que pode ser localizada através do responsável pelo horto, Raul de Figueiredo Filho. O endereço é Rua Pacheco Leão, 2040, com atendimento de segunda à sexta-feira, das 9 às 11 horas, e das 14 às 16 horas, sendo acessível também pelo telefax (21) 3875-6211.
Além da dica, o Antonio de Santana manda uma mensagem: “Fica o meu pedido aos resendenses e não resendenses, os que gostam da terra, se forem ao Rio, e tiverem tempo, passem lá e tragam uma muda”. E ainda lança um desafio, que eu endosso plenamente: gostaria de ver pelo menos 100 mudas de Timburibá plantados na cidade nesse ano. Eu também, Antonio! Cem, duzentas, ou mais...
Como ainda não verifiquei, torço para que o Antonio tenha acertado “na mosca”, e nós tenhamos mesmo o autêntico Timburibá de volta. Vai fazer a alegria de muita gente, como do nosso mestre e “enciclopédia ambulante” Claudionor Rosa, e da amiga Kátia Quirino, que foi quem me lançou no desafio dessa pesquisa. Amanhã mesmo estarei procurando o Raul de Figueiredo Filho, e espero que em breve possamos confirmar essa tão empolgante notícia.
Na sua mensagem, o Antonio me cumprimenta pelo trabalho. Mas eu é que agradeço, Antonio!!! A você e a todos os leitores do meu blog, que têm sido tão maravilhosos companheiros, com suas informações, opiniões, sugestões e consultas, e com isso incentivando a continuidade das minhas pesquisas. É sempre uma alegria encontrar novos parceiros com quem possamos compartilhar essa paixão pelas plantas, flores, natureza, e essa vocação para acreditar que, fazendo a nossa parte, estaremos contribuindo para a saúde do planeta e para um mundo melhor.
Célia Borges
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