14 de dezembro de 2009

IMAGENS DE ITATIAIA – Patrimônio histórico e cultural ameaçado







Apesar de ter muito pouco do que pode ser chamado “patrimônio histórico”, o município de Itatiaia ainda possui alguns bens, inclusive centenários, cuja preservação é de interesse cultural. A maioria do que poderia merecer esse adjetivo, já foi posta abaixo há muito tempo. Os que ainda resistem são, principalmente, a capela de Nosso Senhor dos Passos e a Chácara Pequenina, ambas na Rua São José, ao final da qual se encontra a Praça Mariana da Rocha Leão, endereço da Igreja Matriz de São José e do Paço Municipal Campo Belo, sede do governo municipal. Nesse “eixo histórico” encontra-se também a antiga usina de leite, atual sede do poder Judiciário, mais recente, mas na faixa dos 100 anos.
A capela de Nosso Senhor dos Passos foi tombada há poucos anos, e infelizmente, por mais incrível que isso possa parecer, ainda há gente em Itatiaia que pensa que um prédio “tombado” é aquele que se deve demolir. Ou, simplesmente, “deixar cair”. Pode parecer piada, mas em se tratando de Itatiaia, isso é a mais pura verdade. E o pior é que as autoridades entraram na onda da ignorância geral, e parecem estar dispostas mesmo a “deixar cair”, e depois disso apelando, talvez, para o “eu não sabia” ou o “não tenho nada a declarar”...
A luta pela preservação e recuperação da capela de Nosso Senhor dos Passos, construída por empenho de D. Mariana Rocha Leão à partir do final do século XIX, não é recente, e já contou com outras iniciativas, sempre frustradas pelo desinteresse do poder público. Logo após a emancipação, por falta de locais adequados para a instalação das repartições públicas necessárias ao funcionamento do primeiro governo, ela abrigou a Secretaria Municipal de Obras, o que contribuiu para a total descaracterização de seu interior, que aliás, na época, já se encontrava bastante comprometido.
As condições precárias do prédio levaram à sua desocupação, e por falta de uma consciência histórica das administrações seguintes, a um estado de completo abandono. A capela foi alvo de constantes invasões, inclusive para a prática de atividades anti-sociais. Como solução provisória, passou a servir como depósito de materiais descartados pela Secretaria Municipal de Educação, situação em que se encontrou até há poucos meses. As providências para salvar a capela de Nosso Senhor dos Passos, entretanto, estão demorando, o que pode, num futuro próximo, transformá-la em ruínas.
Os primeiros passos vitoriosos no sentido de garantir a preservação da capela de Nosso Senhor dos Passos foram dados há cerca de três anos, por um grupo de mulheres do município, reunidas em torno da OFRA – Organização Fraterna Pró Humana – e que passaram a promover um encontro mensal nas escadarias da capela, no primeiro domingo do mês, para rezar o Terço, e assim manter viva a tradição religiosa em torno dela. Sob a inspiração religiosa da conhecida "Vó" Solange do Cantinho de Oração e suas auxiliares,e contando com a cultura e os conhecimentos técnicos de Neusa Saúde, Auditora Fiscal aposentada da Receita Federal, um grupo cada vez maior de itatiaienses passou a se mobilizar, e finalmente dar contornos objetivos à essa luta.
Um abaixo-assinado, com cerca de duas mil assinaturas, foi o ponto de partida para uma campanha que, depois de dezenas de reuniões, marchas e contra-marchas, resultou na aprovação pela Câmara Municipal, do decreto de tombamento apresentado pelo vereador Zezinho Penepão. O tombamento da capela foi uma vitória, mas o objetivo dela, de garantir a preservação do velho prédio, ainda está longe de ser concretizado. Se por um lado já houve, no atual governo, a boa notícia de uma dotação financeira de R$ 200 mil, através de emenda no orçamento da União pelo deputado Deley, para as obras necessárias, por outro lado, medidas simples como a desocupação do prédio, do entulho que ali se acumulava, demorou quase oito meses.
Outras providências emergenciais, que poderiam contribuir para a conservação da capela, como limpeza regular e pequenos reparos, não estão sendo realizadas. E a comissão de mulheres, que pretende lutar pela capela, até a conclusão de sua restauração e recuperação, está sendo cada vez mais isolada pela administração, que parece considerar a salvação de seu único prédio que realmente pode ser considerado patrimônio histórico, assunto sem a menor prioridade. Mais fácil tem sido sensibilizar instituições de fora do município, como a Fundação Roberto Marinho, que já se mostrou interessada em patrocinar o projeto, desde que disponha da documentação necessária. O que, afinal, também depende da prefeitura.
A luta tem sido árdua, mas as mulheres de Itatiaia que se esforçam pela preservação da capela de Nosso Senhor dos Passos são incansáveis. No Terço de dezembro, realizado nesse domingo, dia 6, elas já conseguiram se reunir para rezar dentro do templo, uma reivindicação que faziam há meses. Semanas antes haviam conseguido a chave, para elas mesmas fazerem a limpeza, e agora deixaram lá, montado, um pequeno e ainda provisório altar.
Enquanto aguardam por atenção e resultados, elas seguem com seus trabalhos, nas muitas frentes em que vêm atuando, inclusive no aspecto da pesquisa histórica, como por exemplo na busca de fotos antigas que possam mostrar como era a capela, em seu interior. É um subsídio importante para a elaboração de um projeto de reconstituição, já que é impossível restaurar o que não existe mais.
Célia Borges

4 de dezembro de 2009

ALDEIA GLOBAL – Que país é esse?



Não satisfeitos com a vergonha interna, descemos mais um degrau, e estamos dando vexame à nível internacional. A ignorância do nosso presidente agora é servida nas finas bandejas de prata e nos copos de cristal dos eventos externos, temperada com a mesma desfaçatez que nos empurram goela abaixo dentro do próprio país. Embriagados com o sucesso fácil de uma política interna populista, nossas autoridades querem levar sua visão estreita além de nossas fronteiras, na ilusão de poderem enganar os “trouxas” lá de fora, como enganam os daqui.
Quem votou no Lula acreditando estar elegendo o presidente de um país, enganou-se. O presidente preside apenas algumas parcelas da população. Sem qualquer referência cultural do que seja um estadista, ele tem deixado claro, desde o início, que quer ser o “prisidente” dos pobres, dos miseráveis, dos negros, dos gays, e de outras minorias. O resto da população, em seu conceito, não precisa de presidente. Já tem vencimentos suficientes para sobreviverem sozinhos. E que se danem, pagando os maiores impostos do mundo.
O partido no poder é o Partido dos Trabalhadores. Mas nunca antes na história desse país, o trabalho e o trabalhador foram tratados com tanto descaso, com tanto preconceito, com tanta arbitrariedade. Nossos impostos servem para pagar a mordomia dos poderosos – executivos, legislativos e judiciários – e para sustentar programas clientelistas, como Bolsa-Família e outras bolsas oportunistas. Educação, saúde, meio ambiente, se não estão satisfatórios, se nunca tem os recursos necessários... ah! Isso é culpa da classe média. E agora me explica quem é a classe média, se não a classe dos trabalhadores.
O trabalhador, seja da ativa ou aposentado, que sustenta ou sustentou o país com seus esforços, só tem deveres. Seus direitos vêm sendo cada dia mais usurpados, em benefício de interesses financeiros e empresariais: os bancos, com tarifas e juros exorbitantes; planos de saúde que pagamos além da previdência oficial, com seus prazos de carência, chantagens por faixa etária, e outros desmandos; concessionárias de serviços públicos, como transporte, luz, gás, água e telefonia, sempre funcionando abaixo do razoável; e finalmente, mas não por último, a própria Receita Federal, que nos trata como se fossemos uma população de marginais sonegadores, enquanto nos sufoca com índices de agiota e uma legislação que é uma verdadeira armadilha para incautos.
O Brasil multi-racial e democrático, não interessa àqueles para quem “perpetuar-se no poder tornou-se mais importante do que construir uma nação”, como definiu muito bem César Benjamim, em recente e brilhante crônica na Folha de São Paulo. Entre nós, a política virou apenas mais um braço da criminalidade. Todos os crimes podem ser cometidos e justificados, quando e onde há a garantia da impunidade. Nossa “Santidade Presidencial”, que já se considera figura tão messiânica quanto Jesus Cristo, embora sua atuação possa ser melhor comparada com a de um Hitler, consegue, em sua suprema benevolência, ser solidário com a mais vasta gama de corruptos, de Paulo Maluf à Fernando Collor, passando, é claro, por toda a arrogante “nação petista”.
O slogan “Brasil, um país de todos”, só pode ser uma ironia, além de pura hipocrisia. A política que nos é imposta, de cima para baixo, se esmera em produzir uma – ainda que falsa – visão maniqueísta do país, incentivando o preconceito racial – negros contra brancos -, a luta de classes – pobres contra ricos – e até dissenções de caráter sexual – gays contra hetero. Dividir para vencer, esta é a infância da arte da guerra. Mas de governos que abandonaram a educação, que desdenham da cultura, que ridicularizam a cidadania, não se pode esperar mesmo uma postura madura e democrática, só um comportamento irresponsável e infantil. Diante de uma população em que ser alfabetizado significa saber assinar o nome, isso, aliás, fica muito fácil.
Não sei bem onde é que andam os jornalistas estrangeiros que atuam no Brasil, que não conseguem desvendar aos olhos do mundo a nossa triste realidade. Talvez porque, para um mundo globalizado, as cifras tenham mais visibilidade do que as pessoas, do que as verdadeiras condições de vida de toda uma população. E assim, está sendo bem fácil enganar “os gringos” até agora. Enfim, os balões são ocos, mas podem crescer muito, quando estão cheios de gás. Acontece que gás demais infla a forma, mas não preenche o conteúdo. O nosso “balão cheio” está se tornando cada vez mais espaçoso no cenário internacional, mas vai ao mesmo tempo revelando a leviandade, a falta de critérios, a vocação autoritária, que nos leva a apoiar publicamente, e mesmo contra a vontade da população consciente do país, figuras como Fidel Castro, Hugo Chaves e Ahmadinejad.
Que a maioria da população do país, mantida na semi-escolaridade, e na ignorância dos seus mais básicos direitos civis, possa ser enganada por tanto tempo, não é exatamente surpreendente. Eu quero ver é se esse balão cheio vai enganar a comunidade internacional, muito cônscia de suas responsabilidades, sintonizada com as perspectivas históricas, e preocupada com coisas mais importantes do que a vaidade de um “pseudo-líder” continental, por muito tempo. As nossas gafes internacionais se sucedem com grande velocidade, e desde que o tal do presidente culpou os “loiros de olhos azuis” pela crise econômica, outros absurdos já devem ter ligado o sinal de alerta, para os riscos dessa política externa brasileira. Só nos resta rezar para que eles acordem á tempo. E que tenham a lucidez de não confundir os desmandos de presidentezinho oligofrênico, com a opinião pública de todo o país.
Célia Borges

2 de dezembro de 2009

LIVROS – Margaret Mee e as Flores da Floresta Amazônica



Para os amantes da natureza, principalmente os apaixonados por orquídeas e bromélias, o nome de Margaret Mee dispensa apresentações. Inglesa, com formação em artes plásticas, ela se apaixonou pelo Brasil numa viagem à São Paulo para visitar uma irmã, e aqui radicou-se - primeiro em São Paulo e depois no Rio de Janeiro. Unindo seu extraordinário talento artístico, ao conhecimento de botânica que foi adquirindo no decorrer de seu trabalho, ela realizou diversas expedições à floresta amazônica, reproduzindo suas flores em detalhes, e no próprio “habitat” natural, e agindo sempre com extremo cuidado na preservação desses espécimes.
O resultado dessas viagens foram alguns milhares de desenhos e aquarelas, que fazem parte de importantes acervos de museus e instituições de pesquisa, principalmente na Inglaterra, e que já foram publicados em diversos volumes, para o encanto de seus admiradores.
Sua primeira viagem à região amazônica foi feita em 1956, quando ela contava 47 anos. Loira, de estatura pequena e aparência franzina, ela foi entretanto uma corajosa pesquisadora, que não se intimidou com as condições adversas, com o desconforto e o perigo, para realizar estudos botânicos que jamais foram igualados. Durante 32 anos ela realizou várias viagens à Amazônia, sendo a última em 1988, aos 79 anos, e então apoiada numa bengala, em conseqüência de um problema na bacia, resultante de uma queda.
Amiga de Burle Marx, ela foi aclamada ao mesmo tempo por autoridades em botânica quanto por críticos de arte. Ela estudou botânica com o especialista em orquídeas Guido Pabst e com Richard Evans Schultes. Ela identificou nove novas espécies de plantas anteriormente desconhecidas, sendo que algumas foram batizadas em sua homenagem, como a Aechmea meeana e a Neoregelia margaretae.
Uma das edições mais acessíveis sobre o trabalho de Margaret Mee é o volume Flores da Floresta Amazonica, reunindo sessenta de suas principais obras, e com desenhos adicionais. Um belo volume em capa dura, pode ser uma excelente sugestão para presente de Natal, e encontra-se á venda na Livraria Nobel, do Resende Shopping, por apenas R$ 99,00.
Célia Borges

29 de novembro de 2009

ALDEIA GLOBAL – A vitória da estupidez



A inversão de valores que vem tomando conta da nossa vida prática, nos últimos anos (ou seriam décadas?) tem sido motivo de muitas das minhas crônicas anteriores, mas que depois de publicadas, me deixaram com a desconfortável impressão de estar falando sozinha. Por isso, foi um grande consolo encontrar n´O Globo de 24 de novembro, uma crônica do Arnaldo Jabor, “A burrice na velocidade da luz”, onde enfim encontrei afinidades com muitas das minhas impressões e preocupações.
Jabor leva sua análise ao nível mundial, o que é muito apropriado, já que vivemos numa aldeia global, de tal forma que o que acontece num determinado país, acaba afetando todos os demais. “A burrice mais crassa toma o poder no mundo”, escreve ele, na abertura dessa crônica cuja leitura recomendo a todos, embora sem muita esperança a que me dêem ouvido. Eu ainda estou naquele nível do “se queres mudar o mundo, começa pela sua própria casa”. Então, a vitória da estupidez no meu próprio país, ainda é o que mais me assusta.
Não tenho pretensão de ser mais inteligente do que ninguém, mas sou alguém que dá muito valor á inteligência. Entendo a inteligência como um processo dinâmico, através do qual nossas capacidades intrínsecas são alimentadas por informação e conhecimento. Sei que existem multidões de pessoas inteligentes pelo país afora, gente que estuda, que aprende, que exerce seu ofício com empenho e competência. Mas também vejo com perplexidade que essas multidões de inteligentes estão cada vez mais omissas, quando de trata dos problemas coletivos, e das conseqüências de uma política que compromete os princípios democráticos que deveriam reger a nossa vida, e o nosso próprio futuro.
Covardia, é a primeira palavra que me vem à mente, quando abro o meu jornal de cada dia. Covardias ativas, daqueles deputados e senadores que legislam em causa própria, dos juízes que vendem sentenças, de um presidente da República que não admite críticas, e que berra publicamente, sem a menor compostura, chamando aqueles que discordam dele justamente dos adjetivos que ele próprio merece. E covardia passiva, daqueles que tem os meios e a capacidade de reagir, mas que permanecem calados, conformados com a usurpação dos seus direitos de cidadão, inertes diante do desrespeito aos direitos de toda a população.
A covardia coletiva toma contornos de uma doença social. Ela é ao mesmo tempo causa e efeito de uma preguiça mental, que nos remete à alegoria de Macunaíma. Ela é cúmplice da falência do nosso sistema educacional, que atualmente é muito mais eficiente em perpetuar a ignorância, do que promover o saber. É ela que nos impede de cobrar melhores salários para os professores, melhor investimento em formação, de exigir escolas minimamente decentes, capazes de motivar os estudantes para darem valor ao conhecimento.
Também é a covardia que nos imobiliza, diante da incompetência, da corrupção e da arrogância de um sistema judiciário, pra lá de falido. Ministros e desembargadores, nomeados para altos cargos pelo poder executivo, acabam lacaios, reféns dos interesses de quem os indicou. O desempenho do judiciário brasileiro está abaixo de qualquer crítica, mas seus representantes estão sempre mais interessados em garantir freqüentes aumentos dos seus salários, antes de estarem comprometidos com os anseios, necessidades e exigências da população que paga seus exorbitantes vencimentos.
Sem educação e sem justiça, o que nos espera? Embora muitos ainda não se dêem conta, estamos mergulhados até o pescoço num mar de estupidez. Num país que parece precisar de um sistema de cotas para garantir acesso aos “negros” no ensino superior, matéria dessa semana nos jornais, nos informa que existem mais de um milhão de vagas ociosas nas nossas universidades. Outra matéria revela um parecer do STF, segundo o qual 1/3 das nossas leis é inconstitucional. Mas o que se pode esperar de um legislativo, formado por pessoas de quem não se exige mais do que saber assinar o nome?
A estupidez gera a irresponsabilidade, a falta de compromisso. Afinal, ela é protegida pela impunidade. Impunidade essa que alimenta a violência, a corrupção, o vandalismo. E assim, sobrevivemos um círculo vicioso, com os oportunistas tomando o poder de assalto, e fazendo de suas permanências no poder o único objetivo. Para o povo, pão e circo. E para os inconformados, o ostracismo. Críticas não são bem vindas, pensar é tanto um crime quanto um pecado. Até artistas famosos, como o Caetano Veloso, podem ser apedrejados por falarem o que pensam. E os cidadãos comuns, como eu, quando dizem ou escrevem o que pensam, falam sozinhos. Ou correm o risco de serem segregados socialmente, relegados à categoria dos “chatos”.
A inteligência anda envergonhada, diante do avassalador poder que vem sendo conquistado pela burrice e pela estupidez. Como escreveu o Jabor, “É a vitória da testa curta, o triunfo das toupeiras. Inteligência é chata – com seus labirintos. Inteligência nos desampara; burrice consola e explica. O bom asno é bem-vindo, o inteligente é olhado de esguelha. Na burrice não há dúvidas. A burrice não tem fraturas. A burrice alivia – o erro é sempre do outro.”
Célia Borges

27 de novembro de 2009

DEZEMBRO ANIMADO NA OKA TIMBURIBÁ

A Oka Timburibá, um dos mais ativos e dinâmicos centros culturais de Resende, e que fica ali no centro antigo, ao lado do CCRR, está divulgando a sua agenda cultural para dezembro, com programações de cinema, artes plásticas, feira cultural e cursos livres.
Quem quiser aproveitar o programa do Ponto de Vídeo, ainda pode assistir, nessa terça, dia 1º de dezembro, às 15 horas, o filme Pra Frente Brasil. Nos dias 3 e 4 de dezembro tem a 1ª Mostra de Curtas, com filmes de ficção, e nos dias 11 e 12, filmes documentários, com sessões sempre às 17 e às 19 horas.
Ainda em exposição até o dia 5 de dezembro, estará aberta ao público a retrospectiva de Laurens L.R., e à partir do dia 5, e até o dia 12, a Feira Moderna, das 10 ás 15 horas, com comidas, artesanato, escambo e antiguidades.
Na série de cursos livres Saber Timburibá, a programação é a seguinte: dias 1 e 2 de dezembro, Artes com Thiago Gomes, “A gravura na arte contemporânea”; dias 3 e 4, Economia, com Fernando Ferreira em “O dia a dia e a política cambial”; dias 7 e 8, Meio Ambiente com Rogério Vianna Pereira, “Economia e Desenvolvimento Sustentável”; e nos dias 10 e 11, Filosofia, com Angela Alhanati, em “A Felicidade e um caminho ou um fim a ser alcançado?”. Todos na Oka, às 19h30. Aproveitem!!!!
Célia Borges