15 de junho de 2010

LIVROS: Léxico Tupi-Português, de Hugo di Domenico



Incentivar o interesse das pessoas pelo conhecimento e pela interpretação das palavras do idioma indígena introduzidas na nossa língua, é o principal objetivo do Dr. Hugo di Domenico, com a publicação do Léxico Tupi-Português, um dicionário que reúne a tradução de milhares de palavras de origem tupi para a língua portuguesa.
Pesquisador, médico e professor aposentado, Hugo di Domenico foi um dos primeiros professores do curso de Medicina da Unitau (Taubaté-SP), e hoje, com 94 anos, ainda exerce parcialmente a clínica médica na cidade de Taubaté. O Léxico Tupi-Português é resultado de uma pesquisa realizada pelo autor durante quase sete décadas.
Esse é o terceiro trabalho publicado pelo autor, sendo que os anteriores também tiveram origem nos seus estudos sobre o idioma tupi: “Toponímia e Nomenclatura Indígena do Município de Taubaté”, em 1976, e “Fitomínia e Zoonímia Indígenas do Município de Taubaté”, em 1981.
O livro poderá ser adquirido pelos interessados, com o próprio autor, através do telefone (012) 3632-2328 ou através da Fundação Ipiranga, uma das instituições apoiadoras da obra, pelo telefone (091)3344-0777. Mais informações: www.diariotaubate.com.br/display.php?id=16095 ou www.unitau.br/voufazerpos/destaque3.php
Célia Borges

13 de junho de 2010

LABRADORES PARA ADOÇÃO




Prezados leitores, venho fazendo parte de uma corrente informal para promover o encontro de pessoas que gostam de animais, e queiram ter um, e outras que, por força de suas atividades, têm animais a oferecer para adoção.
São entidades de proteção aos animais, clínicas veterinárias, abrigos ou pessoas de bom coração, na cidade do Rio de Janeiro, que acolhem e cuidam provisoriamente, mas que sem condições de adotar, procuram novos donos para esses cães, abandonados ou cujos donos não tiveram como mante-los.
Atualmente, meu contato tem sido mais freqüente com pessoas que têm labradores para oferecer para adoção, como os dois da foto: Kiara, de um ano, e um filhote cor de chocolate com 5 meses. Quem tiver interesse, pode escrever para um dos meus endereços de e.mail, com informações para resposta, que eu os colocarei em contato com os atuais cuidadores.
Célia Borges

7 de junho de 2010

AGENDA CULTURAL – Entalhes em madeira de Roberto Granja, no Centro Cultural Visconde de Mauá



Nesta quinta-feira, dia 10 de junho, o Centro Cultural Visconde de Mauá está convidando sócios, amigos e o público em geral para a abertura da exposição de Entalhes em Madeira, do artista plástico Roberto Granja. O evento, que começará às 19 horas, contará com momentos musicais pelo Duo Contraponto e convidados, exibição dos vídeos Janelas do Mirantão e Ensaios de um Atelier, de Marcelo Hilgenberg, e também o lançamento do livro “O Dom da Vaca”, de Bruno Casotti, e ilustrado por Roberto Granja.
Os trabalhos da mostra de Entalhes em Madeira foram produzidos por Roberto Granja tendo Daniel Alves como assistente. A exposição ficará aberta do dia 11 de junho a 19 de julho, abrindo aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 18 horas. Durante a semana, visitas guiadas estão sendo previamente agendadas para a comunidade escolar.
A mostra conta com os apoios da Pousada Casa Bonita, da Pousada e Restaurante Terra da Luz, Capril De Ville, Menino da Montanha – Pães Artesanais, MR Papel – Papelaria Artesanal e Sidartha – Moda Indiana.
Célia Borges

LIVROS – Estrada Real Caminho Novo da Piedade, de Francisco Sodero Toledo



O leitor interessado na história do vale do rio Paraíba do Sul, conta agora com mais um título dedicado ao assunto, o livro Estrada Real Caminho Novo da Piedade, do professor Francisco Sodero Toledo, lançado há pouco mais de um mês em evento realizado na Unisal. A obra trata dessa importante via colonial, que corta o denominado Vale Histórico, em áreas paulistas e fluminenses.
Nesse trabalho o autor busca resgatar a história dessa região, o reconhecimento de suas influências no passado, e as possibilidades que ainda permanecem para sua reutilização como rota turística. O livro relata os “interesses metropolitanos, as dificuldades de construção do Caminho Novo, os impactos ocorridos após sua conclusão, a ocupação da terra, os personagens, os ranchos, o comércio, as capelas, os primeiros núcleos populacionais e a saga dos seus desbravadores e colonizadores”.
O professor Sodero Toledo é licenciado em História, Filosofia e Pedagogia, pós-graduado em História da Civilização Brasileira e mestre em educação, entre outros títulos. Nascido em Silveiras, é atualmente docente e pesquisador da Unisal-Lorena e na Escola de Engenharia de Lorena – USP, além de ser consultor em projetos histórico-culturais e educacionais. Ele criou e dirige o portal www.valedoparaíba.com, e o livro pode ser adquirido através do www.valedoparaiba.com/shopping/produto.asp?produto=33.
Célia Borges

6 de junho de 2010

FOGOS NÃO!!! Comemore de outra forma. Fogos de artifício afetam os animais domésticos e selvagens




Um alerta, na perspectiva do início dos jogos da Copa do Mundo: se você é um cidadão consciente, ambientalista ou não, evite soltar fogos durante a Copa do Mundo... e daquí pra diante. Os fotos de artifício afetam negativamente a vida dos animais, tanto os domésticos quanto os selvagens, causando transtornos que vão muito além das aparências.
Fogos eventuais já fazem mal. Mas o foguetório intenso de certas ocasiões podem causar tantos danos que seria preciso um tratado de biologia para esclarecer o assunto. Os efeitos são variados, dependendo da espécie animal e do impacto (de acordo com a proximidade e persistência) do ruído, podendo em alguns casos levar à morte.
Segundo o veterinário João Paulo Ramagem, os cães são extremamente sensíveis aos fogos, pois sua audição pode ser entre 10 a 20 vezes mais sensível do que a do ser humano. Por isso é bastante comum que os animais fiquem estressados nos dias de comemorações que se caracterizem pela soltura de fogos. Ele cita inclusive acidentes graves, de cães que se cortaram ao atirarem-se contra vidraças, descontrolados pelo ruído.
Apaixonado pelos beija-flores, o empresário Franklin Guanabarino, do restaurante Vernissage, em Penedo, vem fazendo campanha contra os fogos nessa época da Copa, pela forma como ele acredita, diante da sua observação pessoal, que isso afeta essas aves. A impressão do Franklin também é confirmada pelo Dr. João Paulo Ramagem, de que o estresse provocado pelos fogos afeta a vida selvagem, interferindo inclusive nos ciclos reprodutivos.
Se nos centros urbanos os fogos já afetam visivelmente os animais domésticos, quem tem o privilégio de viver em áreas preservadas ou próximas, tem um compromisso ainda maior de zelar por esse patrimônio, contribuindo para preservá-lo, abstendo-se de soltar fogos. O assunto é amplo, e quem tiver mais informações sobre ele, por favor, me escreva. Antecipadamente agradeço.
Por enquanto, conto com a consciência ambiental dos meus leitores.
Célia Borges